tá certo que minha obessão do sono do henrique é algo já (muito) conhecido, mas no geral ele tem dormido direto de 20h as 5h, toma mamadeira e vai até 6 e meia ou 7h. Claro que sonho com o dia que ele for direto ate a hora de acordar, principalmente pra tirar a maldita mamadeira.
Pois bem, esta noite henrique dormiu antes das 20h até as 5h, tomou o leite e as 6:15h chamaou mamanhê.. ai, pra mima noite nao havia sido longa o suficiente.. ainda faltavam aqueles 45 minutinhos.
Pois bem, tirei ele do berço, fui encostar a porta do quarto e ele berrou que eu achei que tinha esmagado os dedos, nada disso, ele apenas queria deixar aberta. Me joguei na cama dele e sentia ele brincando, me mostrando coisas e eu só dizendo hum hum.. acordei com o michael chamando ele, lá pelas 7h. tadinhoooo, ficou 45 minutos brincando com uma mãe zumbi!
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
sumiço
andei sumida do blog, andava com visitas (tetéta e dani), e também pelo susto que houve na família. A fefê, prima linda, fez uma cirurgia e acabou tendo uma embolia gordurosa nos dois pulmões, foram 6 dias de uti, em coma induzido, mas por ser ela jovem e saudável, saiu dessa sem sequelas, apenas um baaaaaita susto pra toda a família.
nós em noite de pizza
fefê e henrique pequenininho...
acho essa risada do henrique uma das mais legais registradas em foto!
depois disso, visita da tia lu e da viqui, que conhecem mais da bahia e de salvador do que nós. Henrique brincou muito com a lú e até fez ela entar na piscina com um dia "frio"... foi muito bom, eu tava com saudade
tia e sobrinho congelados
a foto mais linda do mundo
depois disso, visita da tia lu e da viqui, que conhecem mais da bahia e de salvador do que nós. Henrique brincou muito com a lú e até fez ela entar na piscina com um dia "frio"... foi muito bom, eu tava com saudade
a foto mais linda do mundo
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
olha o balão!
ontem fomos caminhar na orla da barra, a tarde. Era pra ser um programa lindo, pois o sol se põe lá agora (e não no meu amado barravento), só que só tem chinelagem, de capô de carro aberto, com aqueles funks bagaceiros.. daí demos meia volta, entramos no carro, henrique na sua cadeira, eu e michael conversando e de repente:
- olha o balão!
Essa foi a primeira frase completa e inteligível do henrique. Ele disse exatamente olha o balão!!!
aqui o que não falta são super balões de propaganda eleitoral, que havíamos mostrado quandoe stávamos caminhando, mas essa do carro foi excelente! É claro que eu chorei de emoçao né?
Esse foi o encerramento de um findi maravilhoso, com happy hour em casa sexta, com um geólogo que vai trabalhar pro michael, a esposa e o filho de 5 anos *que chegou domindo, henrique tbém já estava..), festinha de aniver no sábado, onde tinha uma mesa de guloseimas e eu tentando distrair o henrique, mas acabamos cedendo e ele comeu uns 6 bis, chegava a gritar de tanto açucar no sangue, hahaha..
domingo eu e henrique fomos tomar café da manhã numa padaria que tem brinquedolandia, michael jogou bola e a tarde foi o passeio que resultou na frase histórica!
é isso aí filho, vai ter muito balão pela frente ainda!
- olha o balão!
Essa foi a primeira frase completa e inteligível do henrique. Ele disse exatamente olha o balão!!!
aqui o que não falta são super balões de propaganda eleitoral, que havíamos mostrado quandoe stávamos caminhando, mas essa do carro foi excelente! É claro que eu chorei de emoçao né?
Esse foi o encerramento de um findi maravilhoso, com happy hour em casa sexta, com um geólogo que vai trabalhar pro michael, a esposa e o filho de 5 anos *que chegou domindo, henrique tbém já estava..), festinha de aniver no sábado, onde tinha uma mesa de guloseimas e eu tentando distrair o henrique, mas acabamos cedendo e ele comeu uns 6 bis, chegava a gritar de tanto açucar no sangue, hahaha..
domingo eu e henrique fomos tomar café da manhã numa padaria que tem brinquedolandia, michael jogou bola e a tarde foi o passeio que resultou na frase histórica!
é isso aí filho, vai ter muito balão pela frente ainda!
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
sono e banho
desde que nos mudamos pra salvador, sempre dou um banho no henrique antes dele dormir, então ele já associou banho ao soninho. então a rotina da soneca da manhã é banho, tomar suquinho já deitado e dormia. Há uns 3 dias ele tem dormido sem a mamadeira! Pra isso precisamos de um grau mediano de cansaço: explico, muito cansado ele nao dorme bem, entao raramente deixo chegar a exaustão, pois acaba resultando num sono pior (diferente do que muita gente pensa..). Assim, há 3 dias ele tem tomado o banho e enquanto eu fazia o suco, já o deixava deitadinho, com o bico e o cheirinho (travesseiro), no escurinho. Sábado e domingo o encontrei já dormindo. Hoje nem fiz o suco, esperei. Claro que se desse um pio de choro eu iria correndo, mas esperei, esperei e 5 minutos depois não vi movimentação.. Oba, dormiu! Espero continuar assim, pois o projeto é chegarmos aos 2 anos sem mamadeira, o que vai ajudar muito no desfralde... o bico, como usa só para dormir, vai ficar pra depois de tudo isso...
domingo, 15 de agosto de 2010
algumas fotos (temos tirado poucas, nunca dá tempo)
o Henrique é um gênio em logística
Hoje eu estava tomando banho no banheiro de "hospedes" quando Henrique e michael chegaram do passeio.. daí o henrique queria entrar e eu disse: filho, não, tu estás de roupa e a tua banheira fica no outro banheiro.. ele some e volta com.... a banheira!
muito esperto né?
muito esperto né?
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
o que aconteceu com meu bebê?
Gentem, o Henrique chegou aos "terrible twos". Agora ele bate nos amiguinhos, pega brinquedo a força, diz muito não, se joga, provoca. Aja paciência. Ainda bem que eu já sabia como seria e estava (mais ou menos) preparada.
Até já ficou umas 2x de castigo, de tão mal comportado. No mais, nada que ignorar (quando tá dando show) ou repreender e tirar do local (quando tá agressivo) nao resolvam. Mas vou dizer: como cansa!!!!!
Só pra quem nunca ouviu falar nos terríveis 2 anos, aqui vai um artiguinho bem básico e legal.
"De repente, aquela criança meiga e obediente, que era seu anjinho, passa a berrar, gritar, espernear diante de qualquer contrariedade. Bate, debate-se e atira o que estiver à mão para todos os lados. Choraminga cada vez que solicita algo. Diz não para tudo, resiste em seguir qualquer orientação sua, a aceitar com tranquilidade suas decisões, seja para trocar uma roupa, sair de um local, guardar um brinquedo e já não atende seus pedidos mais simples. Parece ser sempre “do contra”. O que será que está acontecendo?
A fase dos dois anos de idade é um período de grandes mudanças para a criança. Até então, ela seguia os modelos e decisões dos pais. Gradualmente, ela passa a se perceber como indivíduo, com desejos e opiniões próprias e isso gera uma enorme necessidade de tomar decisões e fazer escolhas por si. Sem dúvida, isso acaba gerando uma grande resistência em seguir os pedidos dos pais. Não é exatamente uma ação consciente da criança, mas uma tentativa de atender a esse desejo interior, a essa descoberta de si como ser “independente” dos pais.
Alguns especialistas chamam esse período de “terrible twos” ou terríveis dois anos, outros o chamam de “primeira adolescência”. O fato é que a principal característica dessa fase (que pode ir de 1 ano e meio a 3 anos de idade) é a oposição. Nosso pequeno insiste em querer exatamente o oposto do que queremos. Temos expectativas positivas e até razoáveis, mas ele insiste em dizer "NÃO!" ou simplesmente em se debulhar em lágrimas.
E o que fazer para passar por esta fase delicada sem causar prejuízos para o desenvolvimento saudável dos nossos filhos?
Tudo isso acontece porque, ao mesmo tempo em que a criança quer tomar suas decisões, ela ainda tem muitas dificuldades para fazê-lo, dado que ainda não tem maturidade suficiente. Ela discorda até dela mesma! Se você pergunta o que ela quer comer, naturalmente responde: “macarrão”. Mas quando você chega com o prato de comida ela diz: “eu não quero isso!”. Suponha que você está com pressa para ir a algum lugar. Seu filho está de ótimo humor até você dizer “preciso que você entre no carro agora”. Ele fará tudo, menos atender à sua solicitação.
É uma fase difícil para os pais e também para as crianças. É uma experiência intensa emocionalmente e repleta de conflitos, pois, ao mesmo tempo em que a criança busca essa identidade, ela não quer desagradar seus pais (por mais que isso não pareça possível).
A criança tem como dever adquirir habilidades para fazer escolhas apropriadas. E para ajudá-la nessa tarefa, ofereça a ela opções determinadas em todas as oportunidades. A criança ainda precisa da segurança de saber que não está sozinha e não tem a obrigação de saber e decidir tudo. Ele pode demonstrar frustração ao receber direcionamentos, mas ficará perdido se receber muitas alternativas, o que o deixará mais angustiado. Duas ou três alternativas são suficientes. Tenha certeza de que suas alternativas são possíveis de serem cumpridas. Quando chegar a hora de comer, ao invés de perguntar “o que quer comer?”, diga “você quer uma banana ou uma maçã?”. Isso fará seu filho sentir os limites impostos por você (dando-lhe segurança), mas ao mesmo tempo a liberdade de exercer seu poder sobre esses limites.
Paciência, firmeza e determinação ajudarão a superar essa fase."
Larissa Fonseca é pedagoga, pós-graduada em educação infantil e psicopedagogia. Especialista no Universo do Brincar pelo Centro de Estudos Filosóficos Palas Athena e em psicanálise e educação pelo Instituto de Psicologia da USP. Coordenadora pedagógica da Escola de Educação Infantil Bilíngue Tiny People.
Até já ficou umas 2x de castigo, de tão mal comportado. No mais, nada que ignorar (quando tá dando show) ou repreender e tirar do local (quando tá agressivo) nao resolvam. Mas vou dizer: como cansa!!!!!
Só pra quem nunca ouviu falar nos terríveis 2 anos, aqui vai um artiguinho bem básico e legal.
"De repente, aquela criança meiga e obediente, que era seu anjinho, passa a berrar, gritar, espernear diante de qualquer contrariedade. Bate, debate-se e atira o que estiver à mão para todos os lados. Choraminga cada vez que solicita algo. Diz não para tudo, resiste em seguir qualquer orientação sua, a aceitar com tranquilidade suas decisões, seja para trocar uma roupa, sair de um local, guardar um brinquedo e já não atende seus pedidos mais simples. Parece ser sempre “do contra”. O que será que está acontecendo?
A fase dos dois anos de idade é um período de grandes mudanças para a criança. Até então, ela seguia os modelos e decisões dos pais. Gradualmente, ela passa a se perceber como indivíduo, com desejos e opiniões próprias e isso gera uma enorme necessidade de tomar decisões e fazer escolhas por si. Sem dúvida, isso acaba gerando uma grande resistência em seguir os pedidos dos pais. Não é exatamente uma ação consciente da criança, mas uma tentativa de atender a esse desejo interior, a essa descoberta de si como ser “independente” dos pais.
Alguns especialistas chamam esse período de “terrible twos” ou terríveis dois anos, outros o chamam de “primeira adolescência”. O fato é que a principal característica dessa fase (que pode ir de 1 ano e meio a 3 anos de idade) é a oposição. Nosso pequeno insiste em querer exatamente o oposto do que queremos. Temos expectativas positivas e até razoáveis, mas ele insiste em dizer "NÃO!" ou simplesmente em se debulhar em lágrimas.
E o que fazer para passar por esta fase delicada sem causar prejuízos para o desenvolvimento saudável dos nossos filhos?
Tudo isso acontece porque, ao mesmo tempo em que a criança quer tomar suas decisões, ela ainda tem muitas dificuldades para fazê-lo, dado que ainda não tem maturidade suficiente. Ela discorda até dela mesma! Se você pergunta o que ela quer comer, naturalmente responde: “macarrão”. Mas quando você chega com o prato de comida ela diz: “eu não quero isso!”. Suponha que você está com pressa para ir a algum lugar. Seu filho está de ótimo humor até você dizer “preciso que você entre no carro agora”. Ele fará tudo, menos atender à sua solicitação.
É uma fase difícil para os pais e também para as crianças. É uma experiência intensa emocionalmente e repleta de conflitos, pois, ao mesmo tempo em que a criança busca essa identidade, ela não quer desagradar seus pais (por mais que isso não pareça possível).
A criança tem como dever adquirir habilidades para fazer escolhas apropriadas. E para ajudá-la nessa tarefa, ofereça a ela opções determinadas em todas as oportunidades. A criança ainda precisa da segurança de saber que não está sozinha e não tem a obrigação de saber e decidir tudo. Ele pode demonstrar frustração ao receber direcionamentos, mas ficará perdido se receber muitas alternativas, o que o deixará mais angustiado. Duas ou três alternativas são suficientes. Tenha certeza de que suas alternativas são possíveis de serem cumpridas. Quando chegar a hora de comer, ao invés de perguntar “o que quer comer?”, diga “você quer uma banana ou uma maçã?”. Isso fará seu filho sentir os limites impostos por você (dando-lhe segurança), mas ao mesmo tempo a liberdade de exercer seu poder sobre esses limites.
Paciência, firmeza e determinação ajudarão a superar essa fase."
Larissa Fonseca é pedagoga, pós-graduada em educação infantil e psicopedagogia. Especialista no Universo do Brincar pelo Centro de Estudos Filosóficos Palas Athena e em psicanálise e educação pelo Instituto de Psicologia da USP. Coordenadora pedagógica da Escola de Educação Infantil Bilíngue Tiny People.
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